Um estudo financeiro avalia como um portfólio de US$ 1,5 milhão pode gerar renda, comparando diferentes faixas de rendimento com a renda per capita dos Estados Unidos. A análise foca na diferença entre rendimentos altos e o crescimento sustentável dos dividendos.
O rendimento per capita disponível nos Estados Unidos atingiu US$ 68.359 no primeiro trimestre de 2026, enquanto o título do Tesouro de 10 anos rendeu cerca de 4,3%. O estudo divide as estratégias de investimento em três faixas de rendimento, dependendo do objetivo do investidor.
Na faixa conservadora, com rendimento de 3,5%, US$ 1,5 milhão gera aproximadamente US$ 4.375 por mês. Empresas como Johnson & Johnson, Procter & Gamble e Coca-Cola se enquadram neste perfil, oferecendo rendimentos de 2% a 3% e histórico de aumento de dividendos. Essa estratégia prioriza o crescimento do capital e da renda ao longo do tempo.
Já na faixa de rendimento mais alto, acima de 7%, o mesmo montante pode gerar cerca de US$ 8.750 mensais. Contudo, o texto alerta que investimentos com rendimentos muito elevados, como alguns REITs e empresas de desenvolvimento de negócios, frequentemente apresentam cortes de distribuição e estagnação do principal. A matemática mostra que um portfólio com 3,5% de rendimento que cresce 7% anualmente pode dobrar sua renda em dez anos, diferentemente de um rendimento de 10% sem crescimento.

