O ex-presidente do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, negou este quarta-feira (17) ante um juiz da Audiencia Nacional ter influenciado o resgate de 53 milhões de euros concedido à companhia aérea Plus Ultra.
Fontes jurídicas presentes no interrogatório confirmaram que o ex-líder do PSOE negou qualquer intervenção no aporte financeiro feito ao setor aéreo. A Fiscalía Anticorrupción solicitou ao instrutor que retire o passaporte do ex-presidente e o obrigue a comparecer judicialmente a cada 15 dias.
Após declarar por quase três horas, Zapatero emitiu um comunicado reiterando sua inocência. Ele afirmou: “Se me acusa de muy graves delitos que no he cometido. Siempre me conduje con decencia y con honradez y ahora tengo por delante la tarea de demostrarlo”.

