O júri popular dos três policiais militares acusados de participar do assassinato de Vinícius Gritzbach e Celso Novais, anulado na semana passada, foi remarcado para fevereiro de 2027. Advogados de defesa abandonaram o plenário após discussão com o promotor.
A decisão do juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo manteve a prisão preventiva dos três réus, o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antonio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, por entender que continuam válidos os motivos que justificaram a medida.
Na saída do fórum, após o cancelamento do júri, Simone Dionizia Fernandes, viúva do motorista de aplicativo Celso Novais, criticou a defesa por anular o julgamento. “Meu filho está há dois anos sem o pai em casa”, disse ela.

