Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Artista retira obra que criticava Churchill de museu londrino após protestos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Artista retira obra que criticava Churchill de museu londrino após protestos

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de junho de 2026 08:48
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A artista Helen Cammock retirou sua videoinstalação ‘Persistência’ da National Portrait Gallery, em Londres, após historiadores e membros da Câmara dos Lordes criticarem a obra por acusar Winston Churchill de causar fome na Índia colonial. O vídeo, que ficou exposto por quase um ano, gerou debate sobre o legado do ex-primeiro-ministro.

No vídeo de 38 minutos, Cammock compara Churchill a Oliver Cromwell e afirma que ele ‘matou pessoas de fome em massa, de forma semelhante à fome deliberada que Winston Churchill causou à população indiana’. O historiador Andrew Roberts, biógrafo de Churchill, enviou ao museu uma carta aberta em 16 de junho, assinada por mais de 50 membros atuais e antigos da Câmara dos Lordes, incluindo o neto de Churchill, Nicholas Soames. A carta classifica o vídeo como ‘um discurso ideologicamente motivado’ e ‘historicamente absurdo’.

Em comunicado, o museu afirmou que a obra é ‘uma peça de reflexão concebida como uma narrativa em primeira pessoa’ e apresentada ‘como uma obra de arte, não um documentário’. A National Portrait Gallery disse respeitar a decisão de Cammock e as opiniões dos opositores. A artista, que ganhou o Prêmio Turner em 2019, escreveu que a obra ‘nos leva a refletir sobre quem é honrado e valorizado e quem não é’.

A fome de Bengala em 1943 matou cerca de 3 milhões de pessoas. O economista Amartya Sen argumenta que o aumento dos preços dos alimentos, causado pelos gastos britânicos na Segunda Guerra Mundial, levou à crise. Já a escritora Madhusree Mukerjee afirma que o governo britânico ignorou alertas e continuou exportando arroz. Por outro lado, historiadores como Roberts atribuem a fome a um tufão e à destruição de linhas de abastecimento.

TAGGED:ArtechurchillControvérsiafome-bengalahelen-cammockHistórianational-portrait-galleryReino Unido
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Portfólio de Dividendos Pode Cobrir Hipoteca Mensal
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?