O técnico egípcio Hossam Hassan afirmou nesta quinta-feira (25) que a preocupação da seleção é o futebol, apesar das reclamações da federação e do Irã sobre a designação da partida como o “Jogo do Orgulho” em Seattle.
Apesar da polêmica envolvendo o fato de dois países onde a homossexualidade é criminalizada terem sido sorteados para o confronto, Hassan declarou que o foco do time é o desempenho esportivo. A FIFA confirmou que os torcedores poderão usar bandeiras do arco-íris no jogo, embora o Egito e o Irã tenham manifestado objeções após o sorteio realizado em dezembro.
Hassan explicou que a Federação Egípcia de Futebol é responsável por administrar as questões organizacionais. “Nossa preocupação é com o futebol dentro de campo. Respeitamos, mais uma vez, o respeito e o jogo limpo (fair play) como regras que todos devem seguir”, disse o treinador aos jornalistas.
O técnico também evitou comentar as declarações do técnico iraniano, que alegou que restrições de viagem fizeram do Irã “a equipe mais oprimida” do torneio. Hassan reforçou que cada seleção tem direito a tratamento igualitário. Ele comentou que Mohamed Salah, capitão, está em uma “nova versão”, jogando com mais liberdade e criatividade.

