Um relatório de 2026, assinado pelo Secretário do Tesouro, Scott Bessent, aponta que um corte de 30,3% nos benefícios do Seguro Social pode ocorrer para novos aposentados se o Congresso não tomar medidas fiscais. A projeção surge diante do esgotamento do Fundo Fiduciário OASI, previsto para o quarto trimestre de 2032.
O número de 30,3% refere-se a um dos cenários ilustrativos modelados pelos atuários, e não a uma proposta de política pessoal do Secretário Bessent. O relatório detalha diversas formas de manter o programa solvente até 2100. Se o corte for aplicado somente a quem se torna elegível a partir de 2026, a redução seria de 30,3%. Se o ônus for distribuído entre todos os beneficiários, o corte cai para 25,2%.
A urgência reside no adiamento das ações legislativas. Se as correções forem postergadas até o esgotamento dos fundos em 2034, o corte geral sobe para 28,5%. Além disso, o Fundo Fiduciário OASI, responsável pelos benefícios de aposentadoria e sobreviventes, deve esgotar no quarto trimestre de 2032, um ano antes do estimado no ano anterior.
A imprensa alerta que buscar benefícios precocemente, como aos 62 anos em vez da idade integral, reduz permanentemente o cheque mensal em cerca de 30%. Isso representa um corte garantido imposto ao indivíduo, em troca de proteção contra um corte hipotético que o Congresso ainda não votou. A estratégia recomendada é planejar um ajuste, e não um colapso, considerando que o atraso no pedido permite que o benefício cresça anualmente em 8% até os 70 anos.

