Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: China e África: Duas Ocorrências no Continente
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Mundo

China e África: Duas Ocorrências no Continente

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 23:03
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A China estabeleceu contatos significativos com a África em dois períodos distintos, um no século XV e outro no século XX. O retorno chinês, após a independência dos países africanos, foi motivado pela crescente demanda por riquezas minerais para seu modelo de crescimento econômico.

No início do século XV, a cidade-Estado de Malindi, na costa oriental africana, foi palco de encontros com frotas chinesas. Quase cem anos depois, com a chegada de Vasco da Gama em 1498, a região se conectou ao universo europeu. Após a expulsão das forças coloniais em Angola e Moçambique na metade dos anos 1970, a China retornou ao continente menos de duas décadas depois, sob a era de Deng Xiaoping.

O crescimento econômico asiático impôs uma alta demanda por minérios e petróleo. David van Reybrouck afirma que, em 1993, a China “pela primeira vez importava mais petróleo que exportava”. A República Democrática do Congo, segundo o autor, era um “escândalo geológico” devido à sua riqueza mineral.

Em 2007, um acordo de grande impacto foi firmado com o governo congolês. A empresa chinesa, detentora de 78% do capital, investiria 3 bilhões de dólares na reestruturação de mineração e 6 bilhões de dólares em obras de infraestrutura, como estradas e hospitais, em troca da extração de 10 milhões de toneladas de cobre e 600 mil de cobalto.

TAGGED:ÁfricaChinaCongoinfraestruturaInvestimentorecursos-minerais
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Serra Gaúcha projeta mais de 5,3 milhões de turistas no inverno
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?