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Economia

Bebidas funcionais lucram com a busca por saúde e bem-estar

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de junho de 2026 14:01
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O mercado global de bebidas funcionais, avaliado em US$ 160 bilhões, cresce impulsionado pela demanda de consumidores jovens por produtos que combinam sabor e saúde. Marcas lançam inovações, como cafés enriquecidos com proteína e refrigerantes com CBD, visando o bem-estar prático.

A tendência mostra que cerca de 75% dos millennials e 80% da geração Z consomem bebidas funcionais, segundo pesquisa da EY. O relatório da Circana também aponta que quase 64% dos consumidores substituem ocasionalmente um lanche por uma bebida. A busca por produtos que “trabalhem mais” pelo consumidor é um fator chave, afirmou Sally Lyons Wyatt, consultora da Circana.

Gigantes do setor investem na categoria. A Starbucks, por exemplo, expandiu a linha de cafés proteicos, vendendo quase a mesma quantidade de espuma fria com proteína que de flat whites. Enquanto isso, a Danone adquiriu a Huel por cerca de US$ 1,15 bilhão. PepsiCo e Coca-Cola também aderiram, com a Pepsi adquirindo a Poppi por US$ 2 bilhões.

Esses produtos são classificados como premium. Os cafés proteicos da Starbucks custam entre US$ 5,75 e US$ 6,75. A startup Trip, que comercializa bebidas com CBD e magnésio, cobra mais de US$ 2,60 por unidade. A cofundadora Olivia Ferdi declarou que os consumidores estão “investindo em um benefício funcional que contribui para a clareza mental e para o equilíbrio diário”.

TAGGED:bebidas-funcionaisBem-estarConsumoMercadosaúdetendências
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