Pesquisas da Genial/Quaest mostram que a disputa eleitoral de 2026 será intensa, com foco em eleitores moderados. Em junho, o presidente Lula alcançou 37% das intenções de voto no segmento de eleitores independentes, enquanto o senador obteve 24%.
A análise de dados do primeiro semestre aponta um ponto de partida para a campanha, mas não define uma tendência clara, segundo o cientista político Aldo Fornazieri. Ele afirmou que a intenção de voto só se define quando o ambiente da campanha é ‘introjetado’ pelo eleitor.
A aprovação da gestão federal também apresentou mudanças. Em abril, a diferença entre aprovação e desaprovação era de 26 pontos porcentuais. Em junho, esse intervalo caiu para seis pontos, com 47% aprovando e 41% desaprovando, conforme a Genial/Quaest.
Especialistas comentaram o crescimento do senador. Leandro Consentino avaliou que o áudio divulgado ‘nivelou por baixo’ a pré-candidatura do senador, afetando eleitores que o viam como alternativa à pecha de corrupção associada a Lula. Beto Vasques observou que a disputa aponta para uma campanha suscetível à ‘agenda factual’, ou seja, aos efeitos do noticiário.

