O Invesco RAFI Developed Markets ex-U.S. ETF (PXF) distribuiu dividendos recentemente, mantendo um retorno acumulado de 85,43% em cinco anos. O fundo atrai investidores por oferecer avaliações estrangeiras mais baixas que o S&P 500 e por pagar proventos de grandes empresas europeias, japonesas, britânicas, canadenses e australianas.
O PXF acompanha o índice FTSE RAFI Developed ex US 1000, que prioriza empresas com base em valor contábil, fluxo de caixa, vendas e dividendos, diferentemente de índices baseados apenas em capitalização de mercado. Essa metodologia favorece a durabilidade dos rendimentos. O fundo detém 1.042 ativos e cobra taxa de despesa de 0,43%, com dez posições principais representando cerca de 18% dos ativos.
A distribuição é ancorada por nomes como Samsung Electronics, que representa cerca de 6,2% do fundo, e Shell e TotalEnergies, que fornecem renda energética europeia. A Samsung, por exemplo, possui balanço sólido e seu dividendo é financiado por fluxo de caixa operacional, um indicador de estabilidade. HSBC também contribui com dividendos lastreados em sua franquia de empréstimos.
O principal fator de variação nas distribuições do PXF é o dólar. Os pagamentos são feitos em dólares americanos após a conversão de dividendos em moedas locais como ienes e euros. A fraqueza do dólar impulsionou o pagamento de dezembro de 2025, mas uma reversão cambial pode reduzir o valor em dólar, mesmo que as empresas estrangeiras mantenham os pagamentos.

