Santos Cerdán contestou pedidos para que o caso das cloacas não seja investigado pela Audiência Nacional. O político negou intervenção em operações para desestabilizar causas judiciais ligadas ao governo e buscou a Sala Penal para definir a competência do inquérito.
Cerdán afirmou que não houve qualquer intervenção em operação visando desestabilizar as causas judiciais que envolvem membros do governo ou o entorno do presidente Pedro Sánchez. Ele se opõe à investigação do caso das cloacas pela Audiência Nacional.
O ex-secretário de Organização do PSOE recorreu à competência para que a Sala Penal decida quem deve investigar o esquema, que também mantém imputada uma exmilitante socialista. Cerdán defendeu que ele não constava na denúncia inicial da Fiscalía Anticorrupção.
O político declarou que há uma “forçação” da interpretação competencial para que o caso não prossiga no juizado inicial, segundo ele.

