As férias de julho alteram a rotina familiar, levando a mudanças nos horários das refeições e ao aumento da procura por alimentos pelas crianças. Para evitar que a comida se torne resposta ao tédio, é preciso aplicar estratégias simples de organização e planejamento alimentar.
A ausência da estrutura escolar faz com que os intervalos entre as refeições fiquem irregulares. Além disso, o tédio, gerado pela menor programação de atividades, leva as crianças a buscarem distrações, muitas vezes interpretando essa necessidade como fome. Os responsáveis devem aprender a diferenciar se a criança necessita de energia ou apenas de uma mudança de atividade.
Para manter a saúde, a organização é fundamental. Manter quatro ou cinco refeições diárias ajuda a evitar o hábito de beliscar constantemente. O ambiente da cozinha também deve ser estratégico: ter frutas lavadas, iogurte natural e oleaginosas à disposição facilita a escolha de opções saudáveis em detrimento de ultraprocessados.
Envolver as crianças no preparo das refeições é outra tática eficaz, pois estimula a autonomia e a disposição para experimentar novos alimentos. Embora seja possível aproveitar momentos de lazer com doces, o foco deve ser preservar hábitos equilibrados, como as refeições compartilhadas em família.

