Jogadores da seleção brasileira raramente se manifestam publicamente sobre política, mesmo em período de polarização eleitoral. No entanto, o acompanhamento de figuras públicas nas redes sociais revela alinhamentos ideológicos, com nomes da direita e da esquerda.
A maioria dos atletas evita associações partidárias. Neymar é a exceção, pois já manifestou apoio a Jair Bolsonaro. Outros jogadores seguem figuras de diferentes espectros. Danilo Luiz, por exemplo, segue Pastor Henrique Vieira, Barack Obama e páginas ligadas ao movimento negro, defendendo causas sociais e investimentos em educação.
O apoio político mais explícito veio de Neymar, que em 2022 declarou seu voto e apoio à reeleição do ex-presidente. Em 2020, o goleiro Alisson criticou a esquerda, afirmando que “o que eles fizeram de ruim foi muito mais grave do que as coisas positivas”.
Outros atletas seguem figuras políticas. Leo Pereira e Douglas Santos seguem Nikolas Ferreira. Lucas Paquetá segue Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira. Bruno Guimarães acompanha Eduardo Paes. Embora haja esse acompanhamento, a maioria dos jogadores não fez manifestações públicas sobre os políticos seguidos.

