Políticos da oposição criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por fazer um gesto durante discurso no Palácio do Planalto, na sexta-feira, 3 de julho de 2026. Lula defendia o acesso da população de baixa renda a serviços públicos de qualidade, afirmando que “nós gostamos de coisas boas, queremos tudo de 1ª”.
O gesto foi alvo de ironia de diversos políticos. O senador Flávio Bolsonaro transformou a imagem em meme em seu perfil oficial no X, publicando a provocação: “Quando o brasileiro pergunta: e a picanha?”. O vereador Rubinho Nunes seguiu o mesmo padrão, escrevendo: “Quando o brasileiro pergunta: e os diálogos cabulosos?”.
Romeu Zema, pré-candidato ao Planalto pelo Novo, declarou que o ato era direcionado a “brasileiros do bem, trabalhadores, cristãos” que discordam de ações do PT. Zema comentou que, no Brasil do PT, “se a gente não recebe um dedo do meio, a gente recebe esses escândalos de corrupção um atrás do outro”.
Outros parlamentares também comentaram sobre o episódio. O deputado federal Mario Frias questionou como o gesto seria recebido se tivesse sido feito pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado federal Gustavo Gayer citou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, ao criticar o ato, mencionando o gesto do ministro após ele ser alvo de sanções dos Estados Unidos em 2025.

