A Goldman Sachs proibiu seus funcionários de operar em mercados de previsão, exceto em apostas esportivas e de entretenimento. A medida, tomada pela firma de Wall Street, visa atender aos novos desafios regulatórios gerados pelo crescimento das apostas em eventos.
O banco de Nova York atualizou sua política de operações pessoais para vetar contratos sobre acontecimentos ligados a empresas específicas, incluindo a própria Goldman. A proibição se estende também a resultados eleitorais e ao comportamento de qualquer mercado financeiro.
A decisão representa um movimento significativo da grande firma diante do avanço regulatório no setor. A política interna busca controlar os riscos associados à participação dos colaboradores em plataformas de previsão de eventos.

