O autor reflete sobre o medo de mulheres barbadas, um receio que se contrapõe a outras cenas de terror vivenciadas na infância. A crônica utiliza o tema para abordar questões estéticas e de aceitação corporal.
O texto menciona a doença hirsutismo, que causa o crescimento de pelos grossos e escuros no rosto e em outras partes do corpo feminino. Foi citada a caso de uma mulher barbada americana, Jane Barnell, que atuou em circos e no cinema nos anos 1930.
A reflexão se expande para o corpo masculino e o envelhecimento. O autor observa marcas como o bigode chinês e a bochecha de buldogue, que são frequentemente associadas à necessidade de procedimentos estéticos. Em um exemplo recente, foi assistido a um vídeo onde inteligência artificial adicionou barba a um jogador de futebol, mas o autor questionou a capacidade dessa alteração de conferir beleza.
A crônica conclui com uma observação sobre a aceitação da aparência natural, sugerindo que a dispensa de aparatos de barbear pode conferir charme a homens com traços marcantes.

