Um redator freelancer teve artigos publicados com seu nome após ser demitido de uma operação da empresa de mídia. O profissional alegou que o conteúdo era gerado por inteligência artificial e estava abaixo de seus padrões de trabalho.
O incidente ocorreu dias após a rescisão do contrato do profissional com a operação alemã da empresa. O redator afirmou que os artigos eram “lazy, obviously slop, obviously there’s not a real person that is behind that”. A empresa em questão não detalhou o motivo da suposta apropriação de identidade por IA, declarando que “usamos conteúdo assistido por IA onde for apropriado em conjunto com checagens e edições humanas”.
O profissional relatou que, durante seu período de trabalho, resistiu a pedidos de gestores para incorporar IA na escrita. Em 2026, ele foi informado da demissão devido à desindexação de um site pelo Google. Posteriormente, descobriu que o site continuava publicando matérias com sua autoria.
O redator obteve algum reparo ao acionar o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia contra a empresa pelo uso indevido de seus dados pessoais. Após a ação, a empresa removeu o nome do profissional dos artigos, substituindo-o pelo de outro escritor.

