O líder do governo rejeitou a proposta de reuniões consultivas com o presidente, afirmando que o governo possui sua própria política e programa de governo. O presidente declarou que a coordenação da política externa e de segurança é necessária, alertando que a falta de alinhamento resultaria em decisões tomadas unilateralmente.
O líder do governo afirmou que não deseja fazer parte da campanha do presidente, pois o governo possui sua própria política e programa de governo. O presidente declarou que a coordenação da política externa e de segurança é necessária. Ele alertou que, se o governo não coordenar com ele, fará a política “por sua conta”, o que ele consideraria “muito infeliz”.
Em um evento na Áncara, o presidente expressou a crença de que os relacionamentos com o líder do governo podem se acalmar após as divergências sobre a participação na cúpula da OTAN. Ele disse que, se o líder do governo puder ver o ponto de vista diferente sem considerá-lo um antagonismo pessoal, haverá possibilidade de acordo pragmático.
O conflito se intensificou no início do ano, após o presidente cancelar uma reunião de altos funcionários. O líder do governo, por sua vez, classificou a presença do presidente na cúpula da OTAN como uma “vergonha” em vídeo divulgado em rede social.

