Os Estados Unidos realizaram uma nova onda de ataques contra o Irã no domingo, 12 de julho. A ofensiva, segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), atingiu dezenas de alvos com munições de precisão. O objetivo foi diminuir a capacidade iraniana de ameaçar a navegação internacional no Estreito de Ormuz.
As forças norte-americanas utilizaram aviões de caça, navios de guerra, drones aéreos e drones marítimos de ataque. Os alvos incluíram sistemas de defesa aérea iranianos, radares costeiros, capacidades de mísseis e drones, além de pequenas embarcações. A mídia estatal iraniana noticiou explosões em províncias do centro e sul do país, resultando em pelo menos uma morte e vários feridos.
Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) declarou ter lançado ataques contra bases norte-americanas. A Força Aérea da IRGC atingiu instalações de manutenção e reparo de helicópteros na Base Aérea dos EUA em Sheikh Isa, no Bahrein, e um hangar com aeronave P-8 Poseidon.
A escalada ocorre um dia após os EUA terem afirmado atingir cerca de 140 instalações militares iranianas. O Estreito de Ormuz, rota vital para o comércio global, é ponto estratégico, e os EUA buscam garantir a livre navegação na passagem.

