Mulheres vítimas de violência em São Paulo podem acessar uma rede de serviços que inclui denúncias, acolhimento e apoio financeiro. A estrutura abrange monitoramento de agressores por tornozeleira eletrônica e plataformas digitais de segurança.
A rede de proteção paulista utiliza diversas ferramentas para atender às vítimas em diferentes etapas do processo. Um dos recursos é o monitoramento de agressores por meio de tornozeleiras eletrônicas, medida que acompanha o cumprimento de decisões judiciais e auxilia as forças de segurança na prevenção de novos atos de violência.
Para acesso rápido, o aplicativo SP Mulher Segura permite o registro de boletins de ocorrência e o acionamento do Botão do Pânico. Além disso, a Polícia Militar opera a Cabine Lilás, um serviço 24 horas que oferece atendimento especializado ao telefone 190. Salas Lilás, presentes em delegacias e UBS, garantem acolhimento humanizado durante procedimentos periciais.
Outros serviços incluem o Ônibus SP Por Todas, que leva assistência social a municípios distantes, e o Auxílio-Aluguel, que concede R$ 500 mensais para mulheres que precisam se mudar por conta da violência. O Circuito Integrado de Proteção às Mulheres unifica acolhimento psicossocial, registro de ocorrência e orientação jurídica em uma unidade móvel.

