Um homem foi condenado por assassinar uma enfermeira em 2021, após ela ser envenenada com morfina em seu apartamento. O crime, inicialmente visto como tragédia, foi classificado como homicídio premeditado por um tribunal regional.
O caso ocorreu no início de setembro de 2021. O acusado teria providenciado e dissolvido comprimidos de morfina em uma bebida que a vítima consumiu. A intoxicação levou à falência das funções vitais, parada respiratória e edema cerebral. A descoberta do corpo foi feita por um vizinho, que alertou sobre a ausência de respiração da mulher.
A investigação apontou para o envolvimento do acusado, visto que não foram encontrados no local seringas ou copos. Segundo o Ministério Público, o motivo do crime estava ligado a conflitos de relacionamento, pois a vítima exigia que ele se mudasse e havia rompido o vínculo com o ex-parceiro.
Embora o acusado tenha negado a autoria durante todo o processo, alegando que a vítima poderia ter cometido suicídio, o tribunal considerou depoimentos de familiares e amigos. O tribunal regional mudou a classificação do ato de lesão corporal grave seguida de morte para assassinato premeditado, aplicando uma pena de 13 anos de reclusão.

