A Romi (ROMI3) reportou lucro líquido de R$ 13,9 milhões no segundo trimestre de 2026. O resultado representa uma queda de 15% em comparação com o mesmo período do ano anterior, mas aponta alta de 488,8% quando comparado ao primeiro trimestre deste ano. A receita operacional líquida cresceu 5,9% anualmente.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) atingiu R$ 26,8 milhões no período de abril a junho. Este valor reflete um recuo de 5,9% na base anual, embora tenha avançado 265,2% frente ao trimestre anterior. A margem Ebitda ficou em 8%, indicando pressão na rentabilidade operacional, em queda de um ponto percentual em relação a 2025.
A receita operacional líquida totalizou R$ 334,8 milhões, impulsionada pela recuperação das vendas de máquinas. A divisão Máquinas Romi comercializou 245 equipamentos, volume estável em relação ao ano passado, mas quase dobrando o volume do trimestre anterior. Contudo, o segmento de Fundidos e Usinados registrou menor atividade, com queda de 18,8% na produção anual.
O lucro operacional (Ebit) foi de R$ 6,6 milhões, o que corresponde a um recuo de 41,1% em relação ao segundo trimestre de 2025. A companhia investiu R$ 42 milhões no trimestre, uma redução de 11,2% na comparação anual, sinalizando uma alocação de capital mais seletiva.

