Um frade foi acusado de desviar mais de 260.000 euros de religiosos com demência e problemas mentais sob cuidados em uma residência dominicana em Torrent, na Espanha. O denunciante alega que o antigo prior do convento minimizou os fatos e pediu a retirada da queixa.
A denúncia, que não era secreta entre as trabalhadoras da residência dominicana El Vedat, foi levada ao conhecimento de um antigo colaborador do centro. Este informou o antigo prior do convento, que teria desconsiderado os fatos e solicitado ao denunciante que retirasse a denúncia.
A pessoa que iniciou a investigação policial também relatou o ocorrido a um líder religioso, que é atualmente presidente da Conferência Espanhola de Religiosos. A ordem dominicana, ao ser consultada, remeteu a um comunicado antigo, no qual afirmava cooperar “plenamente com o juizado”.
O antigo prior do convento permanece recluso na instituição onde os fatos ocorreram. O acusado, identificado como frade, é apontado como responsável pela apropriação indevida dos valores dos religiosos.

