O Senado brasileiro agendará duas semanas de esforço concentrado para votação de propostas após o recesso parlamentar. As sessões ocorrerão de 10 a 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro, conforme anunciou o presidente da Casa.
O calendário foi alinhado com o presidente da Câmara para que as duas Casas deliberem simultaneamente sobre projetos considerados prioritários, visando maior eficiência na tramitação no Congresso Nacional. O recesso parlamentar, que suspende atividades legislativas, acontece entre 18 e 31 de julho.
Outras pautas importantes ficarão para depois do recesso. A sessão conjunta para analisar vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi adiada por duas vezes devido à falta de consenso entre líderes partidários. A PEC da 6 X 1 também será tratada posteriormente, mas sua entrada em vigor antes das eleições é improvável, caso se mantenha o período de transição de 60 dias.
Além da PEC da 6 X 1, outras propostas que aguardam são a PEC que concede autonomia ao Banco Central, o projeto que eleva o teto de faturamento do Microempreendedor Individual, a proposta que criminaliza a misoginia, a PEC de Segurança e o projeto dos minerais críticos.

