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Spicules entram em cosméticos coreanos com promessa de renovação

Carla Fernandes
Última atualização: 16 de julho de 2026 04:30
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Microestruturas naturais chamadas Spicules, derivadas de esponjas marinhas, estão sendo incorporadas em fórmulas de cosméticos de origem coreana. A tendência visa estimular a renovação da pele e potencializar ativos, mas especialistas alertam que a comparação com microagulhamento exige cautela.

A popularidade das Spicules acompanha uma mudança na estética coreana, que passou a focar na qualidade e longevidade da pele, além da luminosidade. Segundo a dermatologista Marcella Alves, da Onne Clinic (RJ), as microestruturas são usadas em cosméticos para favorecer a renovação cutânea e aumentar a penetração de substâncias ativas.

Apesar da associação feita em redes sociais, a especialista esclareceu que os produtos não replicam o microagulhamento realizado em consultório. Alves afirmou que as Spicules promovem uma estimulação superficial e facilitam a ação de ativos, mas não substituem tratamentos médicos com equipamentos específicos e profundidade controlada.

Marcella Alves ressaltou que a escolha do produto deve considerar as características individuais. Pessoas com pele sensível, rosácea ou barreira cutânea comprometida devem ter atenção. A dermatologista concluiu que a inovação deve caminhar junto com evidências científicas, e não apenas com a velocidade de circulação das tendências na internet.

TAGGED:cosméticosdermatologiak-beautyrenovacao-peleSkincarespicules
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