Os custos totais da Previdência Social ultrapassaram a receita em US$ 160,2 bilhões em 2025, conforme relatório dos Trustees. O déficit força o uso de reservas, e a falta de ação legislativa pode levar a cortes de benefícios para aposentados.
O desequilíbrio financeiro decorre de fatores demográficos, como o envelhecimento da população e o aumento da longevidade. Os Trustees projetam que, sem intervenção, o seguro de velhice e sobreviventes pode esgotar os fundos em 2032. Nesse cenário, os beneficiários podem enfrentar um corte de 22% nos pagamentos mensais.
Para evitar a redução dos benefícios, o Congresso possui alternativas, como aumentar os impostos sobre folha de pagamento, modificar o teto de salário tributável ou aplicar testes de necessidade aos recebedores de renda mais alta.
Enquanto o debate ocorre, aposentados podem reduzir a dependência do programa aumentando a poupança pessoal ou adiando a solicitação de benefícios. A imprensa aponta que a situação financeira do programa segue em direção negativa, exigindo planejamento individual.

