Um advogado protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando investigação da Polícia Federal (PF) sobre uma suposta organização internacional de clonagem de DNA e controle mental. A petição, apresentada ao ministro e presidente Edson Fachin, inclui figuras públicas como políticos e empresários como réus.
O autor da ação alegou que uma rede, que ele chamou de “666” e “Babilônia”, seria responsável por manter em cativeiro, clonar, alterar geneticamente e substituir por clones várias figuras públicas. A petição inicial também mencionou nomes como o papa Leão 14, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ação possui natureza indenizatória e pleiteia que os réus paguem valores mensais ao autor. Para Lula e Bolsonaro, o valor pedido é de R$ 20 mil mensais cada. Celebridades e atores teriam quantias individuais entre R$ 2 mil e R$ 35 mil mensais.
Em relação a grandes corporações, o advogado solicita o repasse mensal de percentuais sobre o faturamento líquido. As margens pedidas variam entre 1%, 1,3% ou 2% das receitas de empresas como Meta, Microsoft, Ambev, Gerdau e outras listadas na petição.
O autor não apresentou provas científicas para sustentar as alegações. A Justiça permite a rejeição imediata de processos considerados sem fundamento jurídico mínimo, e o autor pode ser submetido a multas caso seja comprovado o uso indevido do judiciário.

