A taça da Copa do Mundo, um objeto de fascínio global, representa o ápice da competição esportiva. Com 6,175 quilos, ela é o foco de desejo de torcedores e atletas, que buscam tocar o metal que simboliza a vitória máxima do futebol.
O gesto de erguer a taça precede o conhecimento de seu peso ou história. Jogadores dedicam anos a clubes e países para se aproximar do troféu, que, embora não tenha memória própria, faz adultos perderem cerimônias por alguns minutos. Sua forma é considerada um denominador comum, apresentando ouro suficiente para impor superioridade e altura para ser vista por multidões.
A taça, que mantém suas dimensões de 36,8 centímetros desde 1974, é um objeto que, apesar de sua posse temporária, não pertence integralmente a quem a conquista. Após ser erguida, ela retorna à guarda da FIFA, e o campeão recebe uma réplica de bronze banhada a ouro.
A relação do Brasil com o troféu ganhou intimidade após 1994. Atualmente, a taça circula entre seleções, e a expectativa se concentra em quem a conquistará. Se a Argentina vencer, será a primeira seleção a alcançar quatro títulos com o modelo atual.

