O Ibovespa registrou queda de 1,24% na sessão de 17 de julho, fechando em 173.825 pontos. O movimento de pressão vendedora reforça o cenário corretivo iniciado após a máxima histórica de 199.354 pontos, mantendo o foco nos níveis de suporte.
A análise técnica aponta que, no gráfico diário, a baixa fez o índice perder uma média móvel de curto prazo. O ativo passou a negociar entre as médias de 9 e 21 períodos, indicando perda de força na recuperação recente. Para que o Ibovespa retome a alta, é fundamental o rompimento da resistência em 178.340/181.560 pontos, com alvos subsequentes em 187.780/192.890 pontos.
Em contrapartida, a perda dos suportes em 172.655/170.650 pontos pode intensificar a pressão vendedora. Nesse caso, os próximos alvos seriam 169.665/167.650 pontos, com projeção mais longa em 164.780 pontos. No gráfico de 60 minutos, o cenário também perdeu força, com o índice fechando abaixo das médias móveis.
Nos contratos de mini-índice (WINQ26), o fechamento foi em baixa de 1,56%, aos 175.255 pontos. Já o minidólar (WDOQ26) avançou 0,46%, aos 5.121 pontos, mantendo-se entre as médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos.

