O tenente-general Manuel Llamas, diretor adjunto operacional da Guarda Civil, defendeu sua inocência no Senado. Ele nega ter pressionado a Unidade Central Operativa (UCO) para obstruir causas judiciais contra o governo, em caso Leire Díez.
Llamas foi declarado imputado na Audiência Nacional por prevaricação e obstrução à justiça. As acusações indicam que ele teria pressionado a UCO para dificultar investigações contra o governo e o círculo familiar de um político.
O oficial rejeitou, na comissão de investigação do caso Koldo na Câmara alta, ter instruído agentes da unidade a se afastarem das pesquisas. Essa alegação foi feita após declarações de outros generais, ex-chefes da UCO, perante o juiz Santiago Pedraz.
Llamas acusou membros da unidade de terem um “excesso de protagonismo” e “cierta vaidade”, sem citar indivíduos específicos. Contudo, as perguntas dos senadores durante sua comparecimento focaram nos dois generais à frente da unidade e no tenente-coronel responsável pelos casos que afetam os socialistas.

