O prefeito de Nova York está investigando a legalidade de uma ordem de prisão contra o líder israelense, acusado de crimes de guerra pelo Tribunal Penal Internacional (ICC). A autoridade verificará se a prisão, solicitada por ele, pode ser executada pela polícia local, agindo estritamente dentro das leis da cidade.
O prefeito declarou que o líder israelense é um criminoso de guerra, conforme acusação do ICC. Ele afirmou que os atos de Israel em Gaza, assim como os de uma comissão da ONU para os direitos humanos, configuram genocídio. A administração municipal está verificando com seu departamento jurídico se a prisão seria legal sob as leis de Nova York.
Especialistas em direito internacional contestam a validade da prisão, pois os Estados Unidos não são signatários do ICC e não reconhecem sua jurisdição. Um professor de direito internacional comentou que a situação envolve uma disputa entre o prefeito e o líder israelense, que teria imunidade como chefe de Estado no local da ONU.
O líder israelense reagiu às ameaças de prisão, afirmando que as declarações do prefeito não o incomodam. Ele acusou o prefeito de apoiar o Hamas, responsável pelo ataque a sul de Israel em 7 de outubro de 2023, evento que desencadeou o bombardeio em Gaza.

