A Netflix (NFLX) é vista como severamente mal precificada por um modelo proprietário, que projeta um alvo de US$ 178,11 para a ação. Essa meta implica um potencial de alta de 139,56% nos próximos 12 meses, apesar da recente queda no preço após o balanço do segundo trimestre.
Os fundamentos da empresa permanecem intactos, segundo a análise. A projeção de lucro por ação (EPS) futuro de US$ 9,8, com múltiplos razoáveis, indica margem de crescimento acima do preço atual. Além disso, o negócio de publicidade está começando a gerar ganhos significativos.
Os resultados do segundo trimestre mostraram receita de US$ 12,559 bilhões, ligeiramente abaixo da expectativa de US$ 12,581 bilhões. Contudo, o EPS de US$ 0,80 superou a estimativa de US$ 0,7883. O fluxo de caixa livre, porém, caiu 32,73% para US$ 1,53 bilhão, um fator que gerou preocupação entre os investidores.
A gestão da empresa ajustou a previsão para o ano fiscal de 2026 para um intervalo entre US$ 51 bilhões e US$ 51,4 bilhões. Os defensores da ação apontam o crescimento regional amplo, com LatAm em 21% e APAC em 16%, e o aumento de 70% na base de anunciantes.

