Chuvas torrenciais atingiram o Chile, afetando as regiões de Coquimbo e Atacama, que são tipicamente secas. O volume de precipitação levou o governo a decretar estado de emergência, permitindo a mobilização do exército e a restrição de circulação.
O aumento do nível dos rios isolou algumas cidades e a lama, somada a quedas de energia, prejudicou o fornecimento de água nas áreas afetadas. O subministro de assuntos internos, Máximo Pavez, declarou que em uma hora choveu o que normalmente cai em um mês inteiro.
De acordo com Arnold Zúñiga, do instituto meteorológico chileno, o volume de chuvas registrado não era visto nas últimas duas décadas. O decreto de emergência permite o uso de recursos militares e a organização de ajuda humanitária.

