Um trabalhador de 62 anos, demitido de uma siderúrgica de propriedade dos funcionários em Illinois, enfrenta o dilema de iniciar o benefício do Social Security ou utilizar os fundos do 401(k). A decisão é complexa, pois afeta o fluxo de caixa imediato e o valor da renda futura, especialmente sem cobertura médica.
A demissão afetou cerca de 253 trabalhadores da siderúrgica. O indivíduo, que ganhava US$ 75.000 anuais e possui aproximadamente US$ 420.000 em um 401(k), não possui plano médico para aposentados e tem três anos até a elegibilidade do Medicare aos 65 anos. A questão central é se é mais vantajoso receber o benefício reduzido agora ou manter os recursos para que o benefício cresça.
Ao solicitar o benefício aos 62 anos, o valor pode cair em até 30% em relação à idade de aposentadoria completa (FRA). Contudo, esperar a FRA garante um aumento de cerca de 8% ao ano até os 70 anos. A análise financeira sugere que gastar parte do 401(k) pode ser uma forma de adquirir um fluxo de renda ajustado à inflação, algo que os bancos não oferecem.
Um fator crítico é a cobertura de saúde. O custo de um plano privado pode ultrapassar mil dólares mensais. Receber o Social Security eleva a renda declarada, o que pode reduzir os subsídios do mercado de planos de saúde. Por isso, a imprensa aconselha que o trabalhador calcule primeiro os custos do seguro saúde antes de tomar a decisão final sobre a idade de solicitação do benefício.

