Um adolescente retirou uma ação judicial contra a Meta nos Estados Unidos nesta quarta-feira (22). O caso, que investigava os efeitos nocivos das redes sociais em menores, foi encerrado sem julgamento após o demandante fechar acordos confidenciais com YouTube, TikTok e Snap.
O adolescente, da Flórida, alegava que o uso compulsivo das plataformas contribuiu para o desenvolvimento de ansiedade, depressão e pensamentos suicidas, condições pelas quais ele segue em tratamento. Os advogados do jovem informaram que a retirada ocorreu após a conclusão de acordos com as empresas, e ele decidiu focar em sua recuperação.
O processo foi selecionado como piloto para auxiliar na resolução de milhares de ações judiciais semelhantes no país. Anteriormente, um julgamento em Los Angeles resultou em sentença contra Meta e Google, obrigando as empresas a indenizar uma mulher de 20 anos com seis milhões de dólares.
A Meta declarou que o adolescente utilizava pouquíssimos minutos diários no Facebook e Instagram e que ele contratou advogado para apresentar a ação. Em outro processo no Novo México, um júri determinou que a empresa era responsável por enganar consumidores sobre riscos de segurança, ordenando o pagamento de 375 milhões de dólares.


