A profissão de corretor de textos, que ganhou reconhecimento nos últimos quinze anos, enfrenta um risco atual: a substituição por inteligência artificial. O perigo reside na função se tornar uma entidade incorpórea, assumida por sistemas automatizados.
A função de corretor de textos passou de uma entidade desconhecida para uma área com reconhecimento profissional. Há cerca de quinze anos, o corretor era visto como uma figura pouco conhecida por autores e tradutores, e sua visibilidade cresceu consideravelmente.
O risco que assola os profissionais é que a função se torne incorpórea, assumida por inteligência artificial. O livro ‘Proves sense corregir’, de Stefano Bartezzaghi, traduzido por Pau Vidal, aborda o tema e possui 192 páginas, custando 19,90 euros.


