A defesa do ex-vice-presidente e de oito antigos altos cargos do Governata recorreu ao Tribunal de Cuentas. Os advogados alegam que o órgão fiscalizador age contrariamente ao fallo do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre a anistia.
Os letrados sustentam que o tribunal espanhol desconsidera o critério de Luxemburgo. A decisão em questão refere-se a um processo de suposto desvio de fundos públicos destinados à promoção internacional do movimento.
A providência do tribunal concedeu dez dias às partes envolvidas para apresentar alegações, em vez de resolver diretamente sobre a aplicação da anistia. A defesa utiliza o recurso para contestar essa condução processual.

