O governo adiou a aprovação do registro de jornada de trabalho após ultimato dos sindicatos. Líderes sindicais afirmaram que a paciência estava esgotada, mas o Executivo informou que tramitará a matéria em setembro.
O líder de CC OO, Unai Sordo, declarou em 30 de junho que a questão do registro de jornada deveria estar resolvida até 31 de julho, sob pena de os sindicatos não terem acordos refletidos na legislação. Pepe Álvarez, secretário geral de UGT, comentou que a paciência dos sindicatos estava superada.
O ultimato lançado pelos sindicatos ao governo era claro, mas o Executivo não atenderá à demanda de forma imediata. A matéria será tratada pelo governo em setembro, conforme comunicado.

