A Venezuela anunciou sua retirada da Corte Penal Internacional (CPI) nesta quarta-feira (24). O chanceler do país, Félix Plasencia, comunicou a decisão, que foi tomada pela presidenta encarregada, Delcy Rodríguez, e notificada ao secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres.
O governo venezuelano declarou a denúncia do Estatuto de Roma como motivo para a saída da Corte. Segundo o anúncio, a nação considera que a atuação da CPI apresenta um viés geográfico.
A justificativa apresentada é que a Corte concentrou sua atividade de forma desproporcional em países africanos e latino-americanos, prejudicando o Sul Global, afirmou o chanceler.

