O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, criticou a ausência de Alexandre Kalil, pré-candidato ao governo de Minas Gerais, na convenção nacional do partido, realizada em Brasília (DF) na última segunda-feira. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o apoio oficial da legenda para sua campanha de reeleição.
Lupi afirmou, em entrevista a veículos de comunicação, que a ausência de Kalil, membro do diretório nacional, configura um “ato de descortesia com o partido”. O dirigente pedetista também comentou que o ex-prefeito ficou “muito machucado” com a preferência de Lula por uma candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo mineiro.
Kalil, por sua vez, reafirmou que permanecerá como postulante ao governo e negou tentativas de aproximação feitas por petistas, que escolheram Patrus Ananias (PT-MG) para liderar a chapa no estado. O distanciamento entre os dois ocorre desde a derrota de Kalil na corrida estadual de 2022.
O presidente do PDT relatou que houve tentativas de aliança entre os partidos, mas a tratativa “fracassou”. Lupi frisou, contudo, que o PDT e o PT deverão estar juntos no segundo turno das eleições.

