Uma ação movida pelo PT contra um senador pelo uso de inteligência artificial na convenção do PL chegou ao ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente do TSE decidirá se mantém a proibição de deepfake em campanhas ou se permite a tecnologia no pleito deste ano.
O caso, que envolve o uso de IA durante a convenção do PL, foi direcionado ao ministro Nunes Marques. A decisão do presidente do TSE definirá se o entendimento atual, que proíbe o uso de deepfake em campanhas, será mantido.
A autoridade máxima do TSE pode inovar e liberar a tecnologia para a eleição deste ano, endossando os argumentos apresentados pela campanha do senador. A matéria trata da possível mudança nas regras eleitorais relativas à inteligência artificial.

