O Ministério de Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030 exigiu que cinco grandes multinacionais de plataformas de aluguel turístico retirem 141 anúncios. A medida visa eliminar ofertas de estadias em assentamentos considerados ilegais pelo direito internacional nos territórios palestinos ocupados por Israel.
O requerimento, que será divulgado nesta quinta-feira, foi emitido pelo departamento liderado por Pablo Bustinduy. A ação representa a segunda solicitação do ministério para erradicar ofertas em plataformas que operam na Espanha e que contribuem para a normalização da ocupação na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.
O foco da fiscalização recai sobre uma das plataformas que, mesmo notificada no final do ano passado, manteve ativos os anúncios de hospedagem. O ministério evitou citar os nomes das empresas para não violar direitos comerciais.

