A juíza titular do Juizado número 3 de Valência, Pepa Tarodo, acordou o sobreseimento parcial de uma das sete derivadas do caso Azud. A decisão ocorreu após a Promotoria concluir que os delitos investigados estavam prescritos.
A investigação, que durou sete anos, apurava uma suposta trama de cobrança de comissões e subornos. A trama estava ligada à adjudicação de contratos e ao financiamento de campanhas políticas.
As pesquisas envolveram cargos do PSPV-PSOE, como o ex-tesoureiro de finanças, e empresários. A juíza decidiu pelo sobreseimento das imputações contra esses indivíduos.
A decisão se deu após a Promotoria emitir um relatório. O documento concluiu que os crimes investigados, que incluíam o financiamento irregular de campanhas, estavam prescritos, conforme consta no auto judicial.


