Jim Cramer recomendou a compra de ações da International Business Machines (IBM), classificando o título como uma compra a US$ 292,59. A recomendação se baseia na execução do CEO Arvind Krishna e no posicionamento da companhia em infraestrutura de inteligência artificial.
A IBM está reestruturando seu portfólio para atender à demanda por infraestrutura de IA, com a implantação do mainframe Z17 impulsionando o crescimento. Segundo os resultados do primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou EPS não-GAAP de US$ 1,91, superando a expectativa de US$ 1,81, e alcançou receita de US$ 15,917 bilhões, um aumento de 9,5% em relação ao ano anterior.
O crescimento foi impulsionado pelo segmento de software, que subiu 11,3%, com Red Hat crescendo 13% e Data subindo 19%. Paralelamente, a receita do mainframe IBM Z teve um salto de 51%. A gestão da empresa manteve a previsão de crescimento de receita superior a 5% em moeda constante e cerca de US$ 1 bilhão em fluxo de caixa livre incremental para 2026.
Apesar de alguns riscos, como o aumento da dívida após aquisições, os defensores da ação apontam que a IBM está sendo negociada como uma empresa legada, enquanto executa um portfólio voltado para o futuro da IA. A análise de mercado indica que a empresa possui margem de erro que os fornecedores de nuvem hiperescalares não oferecem.

