Em 2012, a Polícia Civil prendeu três pessoas no interior de Pernambuco após investigações sobre assassinatos e atos de canibalismo em Garanhuns. Os indivíduos mataram três mulheres, atraídas com falsas promessas de emprego, e utilizavam a carne das vítimas em salgados vendidos na cidade.
A investigação revelou que os três suspeitos faziam parte de uma seita que pregava a “purificação do mundo” e a diminuição populacional. O caso teve início com o desaparecimento de uma das vítimas, cujos dados de cartão de crédito foram usados para rastrear os agressores.
Durante buscas na residência do trio, policiais encontraram restos mortais enterrados no quintal, confirmando as suspeitas de homicídio. Os agressores mantinham os corpos das vítimas no local e consumiam a carne, além de vendê-la.
Os três foram presos em 2012. Após condenações iniciais em 2014, o júri popular em 2018 sentenciou Jorge Negromonte e Bruna Oliveira a 71 anos de prisão cada, e Isabel Pires a 68 anos. Os condenados cumprem pena em regime fechado.


