Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Ministério Público recorre para exigir ponto eletrônico na Alerj
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Ministério Público recorre para exigir ponto eletrônico na Alerj

Carla Fernandes
Última atualização: 4 de agosto de 2026 09:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recorreu de decisão judicial que dispensou a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) de adotar o ponto eletrônico. O órgão busca maior transparência e controle sobre a frequência dos servidores.

O recurso do MPRJ também solicita a regulamentação das atividades desempenhadas fora das dependências da Assembleia. Segundo o órgão, a medida visa coibir irregularidades, como o pagamento de salários a funcionários que não exercem suas funções e distorções em cargos comissionados.

Em outra frente, o Ministério Público questiona a composição do quadro de pessoal da Alerj. Dados de 2023 apontam que a Casa contava com 4.891 servidores comissionados e apenas 400 efetivos, uma proporção de 12 para 1. O MP pede um plano para a ampliação gradual de concursados, argumentando que o modelo atual fere princípios de impessoalidade e eficiência.

Com cerca de 5 mil servidores, a Alerj figura entre os maiores empregadores do estado. Os recursos apresentados pelo Ministério Público serão analisados pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

TAGGED:Alerjcargos-comissionadosJustiçaMinistério PúblicoServidores Públicostransparência
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Classificação de militares como desertores gera prejuízos às famílias
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?