As ações da Walmart caíram cerca de 14% nos últimos 90 dias, caindo de aproximadamente US$ 130 em 7 de maio para US$ 112 em 6 de agosto. Essa retração afeta ETFs de bens de consumo, como FSTA, XLP e VDC, embora a empresa mantenha tendência de alta no longo prazo.
A empresa divulgou resultados do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, registrando receita de US$ 177,8 bilhões, um crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior. No entanto, a Walmart sinalizou um risco de 700 pontos-base no setor de Saúde e Bem-Estar, citando a legislação de Preços Justos Máximos e incertezas tarifárias do IEEPA.
Os ETFs reagem de formas distintas à queda. O FSTA, que acompanha o MSCI USA IMI Consumer Staples 25/50 Index, concentra a maior exposição à Walmart, com 13,4% de seus ativos líquidos. Já o XLP, que foca em um subconjunto do S&P 500, possui uma participação menor, em 10,4%.
O mercado aguarda dados macroeconômicos, como o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e as vendas no varejo do Censo, para definir o rumo dos setores. O Índice de Sentimento do Consumidor da Universidade de Michigan subiu para 55,2, indicando uma recuperação do sentimento do consumidor.

