A disputa sobre a privatização da Celepar no Supremo Tribunal Federal (STF) está empatada em 1 a 1. O ministro Cristiano Zanin abriu divergência de Flávio Dino em voto-vista, defendendo que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) não deve ser conhecida pelo tribunal.
Zanin argumentou que a discussão em questão envolve a execução da desestatização, e não a constitucionalidade da lei que autorizou a venda da estatal. A divergência foi apresentada em uma ação movida por partidos políticos.
A decisão do ministro afeta o andamento do processo de privatização da Celepar, que segue sob análise do STF. O voto-vista apresentado pelo ministro Zanin introduz um novo ponto de vista no julgamento.


