A definição de ‘boa vida’ exige consenso global e urbano. Para os quechuas, o conceito de ‘sumak kawsay’ não se baseia na acumulação de riquezas, mas sim em uma existência em harmonia com os ritmos naturais e o meio ambiente.
A discussão sobre o que constitui uma vida plena deve ser estabelecida tanto no âmbito das cidades quanto no mundial. A perspectiva quechua define o ‘buen vivir’ como uma existência alinhada aos ritmos naturais, mantendo equilíbrio com o próprio corpo, a comunidade e o entorno natural.
Essa visão contrasta com modelos que priorizam a opulência e a acumulação de bens. Segundo o texto, o conceito quechua não se associa à prática de ostentação ou à exibição em redes sociais.

