A fiscalização sanitária de Goiânia enfrenta desafios crescentes devido à circulação de produtos clandestinos, como canetas emagrecedoras e suplementos. A variedade de novos itens e procedimentos estéticos exige que os auditores acompanhem as mudanças no mercado e na legislação.
A coordenadora técnica de Vigilância Sanitária e Ambiental de Goiânia, Jordana Ferreira, afirmou que o mercado muda em ritmo acelerado, forçando os profissionais a se manterem atualizados. Ela explicou que é preciso clareza sobre o que está sendo fiscalizado para evitar cobranças desatualizadas. Além dos suplementos, produtos de salões de beleza e materiais para alongamento de unhas também passaram a demandar atenção dos fiscais.
A necessidade de qualificação dos auditores será debatida em evento em comemoração ao Mês da Vigilância Sanitária, no dia 12. Horácio Mello, presidente do Sindiffisc, comentou que a fiscalização deve entender as transformações sociais, pois os riscos para os consumidores mudam com as novidades. Ele disse que um auditor preparado protege o cidadão ao explicar as exigências sanitárias.
Jordana Ferreira acrescentou que a atualização profissional torna as abordagens mais objetivas. Ela explicou que, com um fiscal mais seguro e direto, a população se beneficia ao entender o motivo das cobranças sanitárias.


